domingo, 27 de agosto de 2017

Tag Yin-Yang (com livros)


E ae, Grifos \o/ (Como estão? Tranquilos?)

Para matar as saudades das tags, olha só o que resolvemos fazer hoje. Surprise! Pois bem, a da vez foi criada pelo canal JumentossauroVlog (sem comentários sobre esse nome) e ela trata de animes, mas nós adaptamos uma coisinha ou outra (na verdade a tag toda) para  falarmos de livros (e de Harry Potter). A ideia é a seguinte: a gente vai ter que escolher dois livros para cada opção, um livro amado e outro odiado (yin-yang Ooh), é bem simples assim, mesmo. Prontos? Prontas? Vamos lá. 


1. Um livro único 

Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas (Auryo)

Esse é um daqueles tipos de livro que dão um nó na sua cabeça. Você fica duvidando da realidade durante a leitura. Em um mundo pós-apocalíptico onde os animais (os seres vivos) são raros, um cara caça androides para juntar dinheiro e poder comprar uma ovelha elétrica, mas para que ele quer isso afinal? Para fingir ter uma ovelha de verdade oras. Porque isso é status. Isso é a realidade... ou não. E é aqui que entra o melhor da história, quando a gente começa a duvidar se aqueles androides caçados são realmente androides... ou eles seriam humanos? Adoro esse livro. Só pra avisar que temos resenha dele (aqui). 

A Menina que Roubava Livros (Auryo)

Primeiro que não teve a Morte andando com o guarda-chuva vermelho no meio da neve, né? Esperei, desde que vi a capa, a Morte aparecer desse jeito, é visualmente incrível, mas não tem isso no livro >.< Como pode? Frustante. 



Mas o que mais me irritou foram os spoilers internos no próprio livro. É isso mesmo, o livro fica dando spoilers de si mesmo, fica falando de coisas que ainda vão acontecer na história, este poderia ser um recurso excelente pra aumentar o interesse do leitor se fosse sei lá... algo meio vago tipo: "eles estavam felizes, até um morrer", mas não é assim.

O Markus Zusak fez algo bem específico: "Fulano vai morrer dia tal, a tais horas, ele estará fazendo isso antes de morrer, o último pensamento dele vai ser esse, o corpo vai cair e ficar nessa posição" ok... ok... bem específico, mas ainda dá pra aturar... então o autor começa a repetir: "você lembra que Fulano vai morrer, não lembra?", "já disse que ele vai morrer?", "tá chegando o momento em que Fulano morre", "isso é triste, principalmente se você não esqueceu que Fulano morre indo para lugar tal, fazer coisa tal".


Aí quando o Fulano morre o autor ainda quer que eu me emocione com isso. "Caguei e andei" para o senhor, ok? Me recuso.

2. Uma trilogia
Então... Oi, aqui é a Manu e... eu vim pra causar hoje e vamos falar de um dos queridinhos da AméricaA Seleção da Kiera Cass. Sim! :) 


E ele tá aqui como odiado. Odiado, sim você leu certo, mas antes de pegarem as tochas, por favor escutem! Eu gosto muito do primeiro livro, acredito que a ideia era muito boa, a questão da distopia e das questões políticas da história ficaram muito interessantes, mas a Kiera não soube segurar a marimba da metade do segundo livro (A Elite) pra lá.

Não acho que a história teve seu potencial desenvolvido ao máximo, por exemplo, a questão dos rebeldes podia ter sido muito melhor trabalhada. E o que foi aquilo de o Maxon nem poder ficar com raiva da América, por ela ter dado uns "pega" no Aspen nos 45 do segundo tempo?

Parecia que a autora tinha que correr com a história e ficou uma porção de pontas soltas e não foram explicadas muitas questões importantes até para as continuações. Bom, eu não sei muito o que aconteceu depois de "A escolha" porque fiquei chateada com o final e não quis mais ler nada da autora, mas quem sabe no futuro? Ou não.

Estilhaça-me (Carol)

Devorei essa trilogia semana passada. Sabe aquela história que te consome de um jeito que você só desgruda do livro (no meu caso, celular) quando finaliza? Eu ficava inquieta, apreensiva, ansiosa e mil e outras coisas pra saber o que iria acontecer com a Juliette, seus amigos do Ponto Ômega e, é claro, com Aaron Warner, vulgo dono do meu coração (perdoem-me a falta de maturidade mas fazia um tempão que um personagem não me cativava assim). Eu vou tentar fazer uma resenha porque isso aqui tá muito vago, haha. Mas sério, pra quem é amante de uma boa distopia com doses de romance tá mais do que recomendada a leitura. 

3. Uma adaptação

A Bela e a Fera (Manu)

Essa adaptação é uma daquelas que de tanto adaptar ninguém sabe qual ou onde foi parar a história original, eu particularmente amo a versão da Disney, mas depois que esta ultima lançou um livro contando a história da Fera... sei não! Não tenho mais o mesmo encanto.
Mas falando da adaptação para cinema na animação de 1991 e live action em 2017: AMO! As duas. Claro que a animação nunca será superada no meu coração mas o live action tem o tiro em forma de mulher: Emma Watson. <3




A Bússola de Ouro (Auryo)

Eu descobri a história d'A Bússola de Ouro pelo filme, achei tudo o máximo: o universo, os dimons, os ursos, a Lyra, os ursos etc. Então, consegui pôr as mãos na trilogia. Foi aí que percebi o quanto de coisas foram jogadas fora no momento da adaptação para o cinema, parece até uma versão diet dos livros do Philip Pullman (temos resenha: Aqui). No entanto, não pense que o filme seja ruim, como filme mesmo ele é bom, mas como adaptação aquilo é... é... tô tentando pensar numa palavra que não seja escatológica... desisto. Próximo. 

4. Uma série 

Harry Potter (Carol)

É claro que não poderia deixar de fora né? .-. Uma regra sobre nós: sempre daremos um jeito de falar sobre a série em alguma tag, post ❤ Talvez até soe repetitiva, mas é difícil não reforçar as características mais significativas de Harry Potter: um universo planejado minimamente, desde cada núcleo de varinhas à classificação das criaturas mágicas conforme sua "periculosidade". J.K Rowling nos trouxe um mundo mágico mas não tão distante de nossa realidade, pois Harry, Rony, Hermione e os demais personagens lidam com situações que você, eu e qualquer um já encarou ou irá encarar: a dor de perder pessoas importantes, a construção dos mais variados relacionamentos, as dúvidas quanto ao que acreditamos e o que devemos, de fato, fazer... tá faltando coisa aqui, heim? Mas se deixarem passo o dia inteiro digitando, haha. Harry Potter é uma leitura mais do que prazerosa: é enriquecedora e construtiva.



Paixão sem Limites (Carol)

A série na verdade chama-se Rosemary Beach, da Abbi Glines. Tem uma porrada de livros mas só consegui (e com muita luta) finalizar a leitura de dois, sendo que um deles só li por cima mesmo. Me perdoe se você que estiver lendo gosta das histórias, mas pra mim não funcionou. Paixão Sem Limites / Tentação Sem Limites tem personagens nada cativantes e uma história que me fez suspirar de frustração e revirar os olhos umas mil vezes... Juro que tentei heim? Mas todo o drama não me fez querer acompanhar o desenrolar da história. Fiquei de cara mesmo .-.


5. Um reconto 

O Visconde que me amava (Manu)

Pra quem não sabe Visconde e o Perfeito Cavalheiro são livros da mesma série: Os Bridgertons, de Júlia Quinn. Eu só li três ou quatro dos oito livros, cada livro conta a história de um dos oito irmãos, o visconde que me amava é legal, depois de uma reavaliação dos meus conceitos eu percebi que esse é o menos ofensivo dentre aqueles que eu li dentro dessa série, mas quando li pela primeira vez foi uma euforia enorme pois o livro é um romance de época com uma pegada meio erótica, parecia muito legal!
Dentre os romances dessa autora esse é o que mais se parece com a escrita da Austen, mas só lembra vagamente, aquela coisa dos maus entendidos entre os protagonistas e da raiva em meio a atração mutua, no resto é bem diferente. Anthony é o mais velho dos Bridgertons e tem medo de morrer jovem como seu pai e resolve se casar por conveniência com Edwina, uma das moças mais bonitas da cidade, mas não contava com a desaprovação e a repentina atração por sua irmã mais velha, Kate. 




Um Perfeito Cavalheiro (Manu) 

Muitos dos fãs da Quinn dizem que ela é a Austen moderna, mas como uma iniciante em Austen eu não acredito nisso; mesmo no meu momento de euforia com a Júlia Quinn eu tinha as minhas duvidas. Austen consegue escrever heroínas femininas fortes e decididas e cheias de defeitos e diferentes entre si. Já a Júlia fez protagonistas iguais, as vezes eu tinha que me lembrar que era um livro diferente. Mas "O perfeito cavalheiro" foi o pior dentre os romances que eu li da série.
Admito que no calor das emoções e sem nenhum senso critico, eu gostei muito do romance a primeira leitura, mas depois de umas análises da minha consciência e com ajuda de um amigo, percebi que tinha muita coisa errada no relacionamento entre os protagonistas e que a história girava mais em torno do Beneditc do que da Sophie e ele pedir para ela ser amante dele e pressiona-la para isso foi bem pesado.
Não sou uma especialista mas poderia dizer que "O perfeito cavalheiro" romantiza um relacionamento abusivo? Não sei...

6. (extra) Um que amava/odiava, mas que agora odeia/ama

50 Tons de Cinza (Carol)

Minha história com Ana e Grey começou com cara torcida, um "não leio nem a pau". Depois, com a primeira adaptação para o cinema se aproximando, resolvi que daria uma chance e não é que me encantei? Ai fui lendo o segundo, o terceiro, acompanhando aos filmes, notícias... Mas à medida que fui tendo contato com estudos sobre gênero (e dentro da área estudos sobre feminismo, violência contra a mulher, naturalização da violência) percebi que não temos uma história de amor aqui. Existe uma romantização absurda em cima dessa história, onde posse e controle são tidos como amor, cuidado e proteção. O único aspecto positivo nisso tudo é ver a Ana descobrir sobre seu corpo e explorar sua sexualidade. 

S. Bernardo (Auryo)

Esse eu peguei para ler logo depois de terminar o Vidas Secas, ah esqueci de dizer que esse livro também é do Graciliano Ramos. Depois de me acostumar com a linguagem, que é bem regional, fui seguindo tranquilo a leitura, mas algo tava me incomodando: não tava achando lá essas coisas de que falavam e as semelhanças com Dom Casmurro estavam até me irritando, no começo parecia ser só uma adaptação da história do Machado colocando a trama no nordeste (na fazenda São Bernardo). 

Pensei que seria mais um daqueles livros descartáveis até que... no capítulo XIX se não me engano o negócio ficou louco. No meio do livro tem uma cena com o relógio, a mesa de jantar, saudades e lembranças, passado e presente se confundindo, aquelas loucuras básicas que a gente ama. Essa parte eu li em um ritmo frenético porque foi tão bem construída a angústia do personagem que do meio pro fim adorei o livro. E esse foi o livro "odiado" antes, mas amado agora, na verdade, um dos meus favoritos. Percebi que o tio Graciliano tem dessas, os livros dele têm um capítulo tão incrivelmente bem escrito que nos deixa sem chão, no Vidas Secas é o da Baleia.


Era isso. Um beijo na alma de vocês.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

É verniana? Acho que é Verniana! hahahaha \o/


Olá Grifos, estamos reunidos aqui hoje para unir (mais uma vez) essa humilde blogueirinha Manuela com esse autor incrível, Júlio Verne em sagrada leitura! <3 E hoje eu venho reafirmar meus votos de leitora fiel a ele com Viagem ao Centro da Terra mas como em todos as relações teve seus altos e baixos.


Bom para começar, eu queria compartilhar com vocês que essa edição em especial eu encontrei em pequeno sebo na minha Universidade Estadual do Piauí e pechinchei com o tio e consegui um precinho super camarada por uma edição maravilhosa, cheia de curiosidades sobre o autor e sobre suas obras. Fora que ela é linda e super colorida! <3


Breve sinopse: A história é contada na perspectiva de Axel um cientista em inicio de carreira que vive e foi inspirado por seu tio Lindenbrock a ser um cientista, sobretudo um geólogo.


A historia começa na Alemanha do seculo XIX mas a descoberta de um pergaminho narrando uma viagem de um famoso cientista na época e na narrativa, Lindenbrock acaba embarcando para Hamburgo onde espera refazer os passos narrados na mensagem misteriosa e comprovar que a Viagem ao Centro da Terra é possível e arrastado por seu tio, o narrador Axel participa da expedição.

Quando você pergunta o que eu achei da leitura: O lado bom foi a descrição da cultura e dos lugares por onde as personagens passaram. Para uma pessoa que sonha viajar o mundo e conhecer culturas diferentes em todos os continentes um dia, Júlio Verne é o seu autor, e esse por acaso (ou não...) sou eu. Ele faz essa narrativa perfeitamente, se Verne se propunha a descrever o fundo do mar, o leitor sente a falta de oxigênio e a pressão atmosférica; se ele se propunha a descrever um ritual fúnebre indiano o leitor consegue ver claramente a viuvá vestida de branco e ate mesmo os aromas de incenso.

Nessa narrativa em particular quando foi narrada a escalada de uma montanha e sobretudo a chegada e apreciação da vista no topo eu senti medo de cair lá de cima, o que quero dizer é que a forma de descrever essas aventuras é tão interativa que não tem como o leitor se sentir apenas como um espectador, ele se sente parte daquela aventura também e sempre aprende algo novo. Verne coloca informações de forma didática que ele achara interessante dividir ou que eram essenciais para a compreensão da trama.


Bom se por um lado a narrativa das viagens é maravilhosa, a construção das personagens foi muito ruim ao meu ver, não sei se devido ao fato de que passamos 95% do tempo com Axel e seu tio Lindenbrock mas eu achei ambos muito irritantes, o mais velho era teimoso e egocêntrico além de extremamente caprichoso, tudo devia ser ao seu modo. se encararmos a construção da personagem Professor Lindenbrock como uma critica aos acadêmicos, já na época em que o autor viveu, isso abre a mente e mostra o quanto a leitura deste é contemporânea. Mas que a personagem é difícil de engolir é bem verdade.


Mas nada comparada ao narrador personagem Axel, eu não sei explicar para vocês o quanto eu desejei que ele morresse no percurso... Medroso e chorão, incapaz de se expressar e de colocar seus argumentos de maneira decisiva. Ai meu deus! Eu mesma quis entrar no livro e matar ele. Registrou para a posterioridade as descobertas realizadas na Viagem ao Centro da Terra e eu fiquei tipo:


No entanto, tivemos um personagem que salvou a história, Hans, o guia dos protagonistas, que poderia muito bem ser o protagonista! Homem de poucas palavras e muita atitude, se não fosse por ele não teriam sobrevivido um dia sequer naquele vulcão! Ele pesca, ele escala, ele fala pelo menos três idiomas, ele cava paredes para pegar água, constrói jangadas dentre outras funções... <3 Se ele existisse me casava com ele de boas, embora não faça meu tipo... hahahaha



Sobre o filme:

Quando contei para os outros dois blogeirinhos desse PPG da vida sobre a minha leitura o Auryo (J.Caronte) me perguntou: "Tem dinossauros? Porque eu lembro que no filme tem!"
Então gente, a "adaptação" para o cinema de 2008 (Adoro Cinema) mudou quase tudo para que o filme pudesse ser vendido como ação e aventura, colocaram um ator mais jovem, Brendam Fraser, para o papel do Lindenbrock, porque ninguém que um velho pirracento em um filme de ação... hahaha E um garoto para o papel de Axel e o pior trocaram o Hans por uma loira sem graça... </3
Vejam o Trailer:


Enfim... respondendo a pergunta do J. Caronte e de vocês, provavelmente... Não tem dinossauros nem campo magnético no livro como no filme. Para falar a verdade, quando você termina de ler sente que parece que ficou uma brecha para uma continuação... vai entender!

Conclusão: Meu conselho como alguém que leu  e assistiu a historia é: escolha um dos dois se quiser evitar uma decepção ou duas!

Ate mais Grifos! o/

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Agarra, Grifo - Nossa Wishlist #4


Depois de muito tempo, estamos de volta com a nossa Lista de Livros Desejados \o/  Aquela lista que só aumenta, que eu sempre esqueço de pegar quando surge uma promoção na Amazon, Submarino ou Saraiva... Enfim, se segura aí e vamos começar.




Cidade Murada

Assisti, li, senti resenhas e fiquei louco para ler esse livro. O negócio de a cidade ser murada não é só uma metáfora, na história os personagens realmente têm dificuldades em ver o céu de tão cheio e entulhado que esse ambiente é. E o melhor de tudo (ou não) é que esse lugar foi inspirado em uma cidade real de Hong Kong (Kowloon).



Legado Folclórico - Felipe Castilho

Vou roubar um pouco e colocar uma série, em vez de um livro único. Uma série de fantasia que se passa no Brasil e é inspirada no folclore daqui, como não amar? Tudo que eu sei é o seguinte: o primeiro livro acaba com um boitatá no alto de um prédio de São Paulo, o personagem principal é "só" um viciado em vídeo games, e tem lobisomens, Iara, Saci. S2



Tem até um booktrailer:




O Castelo Animado - Diana Wynne Jones 

Uma história de fantasia cuja personagem principal, Sophie, foi transformada em uma velha. Acho que hoje resolvi escolher só os livros "diferentões". Fazer o que, né?



 Temos um enorme castelo com patas, língua etc. movendo-se pelos campos e montanhas, soltando fumaça, sendo a morada de seres mágicos. E é nesse lugar que Sophie acaba por cair ao tentar quebra a maldição que a envelheceu num piscar de olhos. Lá ela encontra um poderoso mago, um demônio do fogo (Calcifer ) e o aprendiz do mago.

Fora isso tudo ainda temos um cenário de guerra. Sim. Não sei como é no livro, mas na adaptação dos Sudios Ghibli (assistam!) há aviões, bombas, é uma guerra que me lembrou bastante da nossa Primeira Guerra Mundial.




A Mão Esquerda da Escuridão - Úrsula K. Le Guin

Mais um livro de ficção científica, sim. Da Ursula li O Feiticeiro de Terramar (aqui), que é um livro de fantasia mais young adult que talvez não tenha muita relação com este, que é mais para o público adulto, mas a autora me pegou com suas temáticas. Já imagino as discussões que ela deve ter colocado n'A Mão Esquerda porque os personagens deste livro são "gênero fluidos", ou seja, transitam entre o masculino e o feminino. Para um livro publicado em 1969 você acha pouco?




Então é isso, pessoal. Compartilha com a gente alguns livros da sua "wishlist", ou conta ae se você já leu alguns desses. 'Té mais.



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