segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Oz, É Aquele Mágico Lá (Dorothy & Cia.)


Iaí povo? Hoje, é sobre uma daquelas histórias que se você vê alguma referência na rua já aponta: Ô, É DO MÁGICO DE OZ, SAFADOS!

The Wonderful Wizard of Oz é um negócio estranho porque mesmo quem não assistiu aos filmes ou leu os livros tem uma noção da criação do L. Frank Baum, sabe que tem uma menina carregada com casa e tudo por um ciclone, que tem a estrada de tijolos amarelos, os amigos pelo caminho querendo algum órgão algo (um cérebro, um coração, coragem), os macacos voadores, a bruxa má que morre se jogar água, deixa eu vê o que mais... tem os sapatos vermelhos, que na verdade são de prata, tem a casa que cai em cima da outra bruxa, que fica só com os pés pra fora (pelo menos ela participou, não é verdade?), e por aí vai.

Tudo isso são spoilers de um livro de 1900-redondos, que é embrulhado numa aura boba, infantil na nossa mente (pra começar: o nome do cachorro é Totó, assim não dá pra defender), e foi mais ou menos com esse sentimento que fui conhecer a Terra de Oz... Eu estava meio certo meio errado.


Dorothy + Toto




Kansas, onde tudo é cinza ou sépia no filme e vazio e sem graça, é de lá que sai o Totó e a humana que cuida dele, vulgo Dorothy. 

Ele vivia em uma fazenda com mais nada em volta, tudo cinzento, até o céu perdeu a cor, morava com os tios da Alice Dorothy em uma casa com quatro paredes, um teto e um chão (claro!), até um belo dia que uma brisa pesada levou o cachorro, a menina e a fiel casa prum lugar psicodélico saturado de cor: a Terra de Oz.


Bruxa morta, sapatos roubados... vamos prosseguir. Aqui entra a estrada de tijolos amarelos, que Dorothy vai seguir pra chegar até a Cidade das Esmeraldas, lar do Oz, o Grande e Terrível, que é o único que sabe onde é o Kansas, porque ela colocou na cabeça que tem voltar pra ***** daquela fazenda, que nem fazenda é mais já que o vento levou quase tudo. (respira) Ok... vamos deixar a obsessão ou insegurança de estar em um lugar diferente da Dorothy de lado, e continuar.


Espantalho (Scarecrow)




Ele foi encontrado preso ao trabalho no campo, sem poder se mexer, posto lá pelas pessoas que o criaram, com pouca possibilidade de ter experiências e assim aprender algo.

Cérebros! Aqui vai começar o intercalar de "Que coisa besta, sinceramente" e "Que coisa macabra é essa?" Cérebros!

É um pouco difícil... mas acho que o espantalho é meu personagem preferido daqui, principalmente porque tem um momento que ele fala algo mais ou menos assim: "Eu não sei nada. Veja, eu fui estufado, então não tenho cérebro." Ele ficou desse jeito na minha mente: como um ser montado pelos outros, sem pensamentos, porque foi preenchido por palha, o que foi somado com o fato de que espantalho é um item de terror ainda mais um que quer um cérebro.


Homem de Lata (Tin Woodman)




A Dorothy encontra ele na floresta todo enferrujado gritando por socorro, se não fosse ela o Homem de Lata iria ficar lá por toda eternidade ou não, vai que passa outra pessoa pra ajudar

A melhor da parte do Homem de Lata é a origem dele, que quase tomou o lugar do espantalho de personagem preferido, foi onde parei e pensei "isso é pra criança mesmo? É sério? Que coisa macabra é essa?" Mas acho melhor não contar aqui :P (é boa a surpresa). Ou é melhor?... Spoiler ou não spoiler... Ah! Vou contar. Ele era um simples lenhador, um ser de carne e osso que queria se casar com uma moça, mas a mãe dela que não queria isso fez a coisa mais lógica: fez um pacto com a Bruxa Má do Leste pra dá um jeito no casamento. Pra quem sabe da história sabe que possivelmente estou mentindo.


Outra coisa interessante é uma frase irônica que ele solta depois de chorar pela morte de pequeno ser, reflitam: "'Vocês que têm coração' disse ele 'têm algo pra guiá-los, e nunca erram; mas eu não tenho coração, então preciso ser muito mais cuidadoso. Quando Oz me der um coração, com certeza não vou me importar tanto assim'".


Leão Covarde


Imagem encontrada em Second Cup of Coffe

O último parceiro da Dorothy.

O Leão Covarde achava que ser corajoso é não ter medo, mas na verdade... eita lá vem uma frase de auto-ajuda agora... mas na verdade ter coragem é enfrentar seus medos. Autoconfiança! Autoconfiança é a palavra-chave, é o bombom da vez no Mágico de Oz.    


Lições

1. Não há lugar melhor que o lar...

2. Tudo o que você procura está dentro de você...

3. Se você for muito pesado não entre num campo de flores do sono, ou seus amigos vão te abandonar lá pra morrer. :)


P.S.: Acho que vou escrever um texto só pra falar da Cidade das Esmeraldas. (Aqui) \o/

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