segunda-feira, 18 de maio de 2015

Diz mamãe, ma-mãe... Kevin


Alerta: talvez esses parágrafos contenham um moderado índice de spoiler, você foi avisado.

     A escolhida para a categoria de mães com filhos insanos foi a Eva. “Ah, é mesmo, ela é mãe, nem lembrava, e o Caim matou o irmão, não foi?” Não é essa aí, não. É a Eva mãe do Kevin (Precisamos falar sobre Kevin).  Mas, pra falar a verdade não sei se fizemos uma boa escolha, porque ela não queria ser mãe, não aceitou que era e ainda tentou resistir, encarou o filho como um fardo, e a maternidade como algo que acabou com a felicidade dela; não importa, vamos aproveitar a oportunidade: feliz dia das mães a você que pariu, criou, adotou, amou, ou nenhuma das opções anteriores, mas é mãe mesmo assim... pera, sinceramente... dia não, já passou. Feliz mês das mães! Sabemos como é difícil lidar com essas crias de gente, com esses Kevins.




     O filme (só vou falar sobre o filme, pois não li o livro) é muito bom, sério, acho que uma das coisas que mais gosto nele é a falta de tempo linear, os fatos vão sendo apresentados por meio de flashbacks, e vão se misturando.

     Bem, vamos ao que interessa, sendo bem breve, a história de Precisamos falar sobre Kevin é sobre um... psicopata, no entanto, ela é contada do ponto de vista da Eva, vulto mãe dele, o que já é uma abordagem que sai um pouco do comum; daí vemos o Kevin crescendo, vemos que tem algo estranho com essa criança, que vai dar merda, mais para frente as pessoas culpando a mãe pelo o que o filho se tornou, e até ela se culpando por isso, se escondendo, tentando evitar algumas pessoas.



     E... acho que já está bom, falar mais é desnecessário para esse texto. Fica indicado esse filme, assista se não assistiu. 


OBS: vermelho, vermelho, vermelho.

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